Quando falo sobre inclusão no mercado de trabalho, cotas e bolsas na universidade para pessoas pretas, é sobre esta foto que estou falando. Este foi o palanque de anúncio da vitória de Trump nos EUA. Dentre todas as pessoas elencadas pelo presidente para estarem lá, não tinha nenhuma preta ou preto presente. 14,2% da população americana deixada de lado pelo presidente. Um ambiente, público ou privado, para que seja produtivo, salutar e sapiente deve incluir a máxima da diversidade, seja etária, racial, religiosa etc... para que o debate de ideias seja o mais abrangente possível. #inclusao #mercadodetrabalho #politica #educacao #diversidade
Publicação de Ediney Reis
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Você já ouviu falar do termo "woke ou anti-woke" ? Quais são os impactos dessas temáticas internacionais no nosso país? Confira o artigo escrito por Natalia Paiva (Diretora-Executiva do Mover) sobre esse tema e entenda como o que vem acontecendo especialmente nos EUA, reflete na luta pela equidade aqui no Brasil.
Strategic Management, Public Policy, Equity & Inclusion | CEO at Mover | Founder and Partner at Alandar | Board Member | Book Author | Former @Meta @McKinseyCo @TransparenciaBrasil
No Brasil tem-se usado de maneira acrítica termos como "anti-woke" e reproduzido notícias de como empresas nos EUA têm reduzido suas iniciativas de diversidade sem olhar para o que essas mesmas empresas têm feito por aqui. Ao meu ver isso provoca um desserviço ao debate público, principalmente no recorte de equidade racial. Primeiro ponto: não existe "woke" ou "anti-woke" na nossa realidade. No Brasil, temos uma demografia que inclui 56% de pretos e pardos, enquanto nos EUA esse número é de apenas 14%. Além disso, nosso arcabouço jurídico é robusto no reconhecimento de ações afirmativas: cotas no ensino superior foram declaradas constitucionais pelo STF, e diversas instâncias já julgaram favoravelmente políticas públicas e privadas que promovem a equidade. O debate político também é diferente — enquanto nos EUA questões raciais são fortemente polarizadas, estudos mostram que o gap entre petistas e antipetistas sobre justiça racial é muito menor (Partisan Stereotyping and Polarization in Brazil, paper publicado pela Cambridge University Press). Segundo ponto: muitas vezes, há uma grande diferença na abordagem de empresas no Brasil e nos EUA em relação a essa agenda e isso se deve aos contextos distintos em que essas organizações operam. Claro, algumas empresas nunca colocaram a busca por equidade como um valor central e aproveitaram o atual momento para um desembarque; mas em muitos casos trata-se de uma adaptação ao ambiente político-regulatório de lá, não um desembarque em si, mas, mais que isso, não implica mudanças globais. Nos EUA, a reversão da Suprema Corte em 2023 sobre ações afirmativas no ensino superior geraram um efeito cascata, influenciando o zeitgeist conservador e trazendo implicações legais, cenário catalisado com a eleição de Donald Trump. No Brasil, apesar de estarmos conectados a tendências globais, seguimos outro caminho. O Brasil não deve importar as particularidades políticas domésticas dos EUA. Temos nossa própria história e trajetória civilizatória. Não se trata de ignorar o que acontece no mundo, mas de reconhecer que nossos desafios e conquistas são específicos. Precisamos manter o foco em nossa realidade, criando caminhos para um país mais justo e equânime, respeitando nossas diferenças e contextos.
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é o fim da onda ESG? 🚨 NÃO! 🚨 A gente debate sempre isso aqui na Think Eva e nossa perspectiva é, em muitos pontos, alinhada a esse post da Natalia Paiva O Brasil tem seu contexto próprio, legislação robusta, estrutura social com problemas muito particulares. Além disso, temos empresas da Europa e da Ásia (mercados enormes) ainda bastante motivadas pelas práticas ESG, investindo no BR e condicionando os empréstimos à criação de programas de inclusão. Outras boas notícias: 🟡 Sistema B está com recorde de empresas pedindo qualificação. 🟡 Global Compact quase triplicou a quantidade de empresas parceiras no ultimos anos. dá raiva do que tem sido feito no América do Norte? Da muita raiva. Mas não é problema nosso (pelo menos não ainda). Parar a bola e expandir a perspectiva ajuda a desengajarmos das narrativas que não nos pertencem.
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No Brasil tem-se usado de maneira acrítica termos como "anti-woke" e reproduzido notícias de como empresas nos EUA têm reduzido suas iniciativas de diversidade sem olhar para o que essas mesmas empresas têm feito por aqui. Ao meu ver isso provoca um desserviço ao debate público, principalmente no recorte de equidade racial. Primeiro ponto: não existe "woke" ou "anti-woke" na nossa realidade. No Brasil, temos uma demografia que inclui 56% de pretos e pardos, enquanto nos EUA esse número é de apenas 14%. Além disso, nosso arcabouço jurídico é robusto no reconhecimento de ações afirmativas: cotas no ensino superior foram declaradas constitucionais pelo STF, e diversas instâncias já julgaram favoravelmente políticas públicas e privadas que promovem a equidade. O debate político também é diferente — enquanto nos EUA questões raciais são fortemente polarizadas, estudos mostram que o gap entre petistas e antipetistas sobre justiça racial é muito menor (Partisan Stereotyping and Polarization in Brazil, paper publicado pela Cambridge University Press). Segundo ponto: muitas vezes, há uma grande diferença na abordagem de empresas no Brasil e nos EUA em relação a essa agenda e isso se deve aos contextos distintos em que essas organizações operam. Claro, algumas empresas nunca colocaram a busca por equidade como um valor central e aproveitaram o atual momento para um desembarque; mas em muitos casos trata-se de uma adaptação ao ambiente político-regulatório de lá, não um desembarque em si, mas, mais que isso, não implica mudanças globais. Nos EUA, a reversão da Suprema Corte em 2023 sobre ações afirmativas no ensino superior geraram um efeito cascata, influenciando o zeitgeist conservador e trazendo implicações legais, cenário catalisado com a eleição de Donald Trump. No Brasil, apesar de estarmos conectados a tendências globais, seguimos outro caminho. O Brasil não deve importar as particularidades políticas domésticas dos EUA. Temos nossa própria história e trajetória civilizatória. Não se trata de ignorar o que acontece no mundo, mas de reconhecer que nossos desafios e conquistas são específicos. Precisamos manter o foco em nossa realidade, criando caminhos para um país mais justo e equânime, respeitando nossas diferenças e contextos.
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A pessoa aprende, basicamente sozinha, conversar em inglês e espanhol, dedica muito de seu tempo à estudar e pesquisar sobre diversos temas, possui uma qualidade impar em conversação e interpretação, possui uma excelente qualidade de oratória e escrita, com vocabulário acima da média. Além disso, possui uma “memória de elefante”. É incrível. Possui um enorme desejo em ajudar pessoas, empatia, resiliência, liderança e várias outras qualidades. Uma de suas limitações – relevante - é a insegurança, mas perfeitamente compreensiva pelo que direi em breve. Tais afirmações que exponho se dá pelo fato de conhecê-la muito bem, de conviver com ela, desfrutar de sua amizade e ensinamentos, o que é, pra mim, um grande privilégio. Diante de tantas qualidades, como é que essa pessoa e muitas outras como ela não conseguem se colocar no mercado de trabalho, do mais simples ao mais complexo? E a resposta é simples, mas que pode causar alardes. Essa pessoa é cisgênero, branca e “tradicional”. Ou seja, ela não faz parte da “minoria”, ela não se enquadrada nas “cotas”, ela não gera likes para as instituições. Ela é “apenas” uma pessoa CEGA. Mas pelo jeito cego não entra na política de cotas. Aparentemente, aos olhos das instituições, cego deve ser incapaz, um inútil, um estorvo, um peso. Sei lá. Baseado nessa experiência que vivo ao lado do cego, o sistema de cotas não passa de uma falácia, muito mal determinado em seus critérios. Notadamente, esse sistema só integra, nas empresas, colégios, concursos, etc... negros, pardos, índios,LGBTQIA+, amputados, pessoas com necessidades de cadeira de rodas. Chega ao absurdo de rotular a pessoa que não possui uma falange como PCD e incluí-lo no sistema de cotas. Logo, esse sistema é ridículo, tendencioso, mal desenhado e pessimamente executado, ainda mais num país que adora dar um “jeitinho brasileiro” em tudo. Em suma, ou se reestrutura esse sistema de cotas e as instituições o respeitem em sua integridade, ou acabe com ele. Não se pode favorecer uma pessoa em detrimento de outra por causa de sua cor de pele ou opção sexual – que é o que está acontecendo desde quando criaram esse sistema. Cabe lembrar que o decreto 51.405/61 (Dia do Cego), em seu artigo único, criado por Jânio Quadros, publicado em julho de 1961 visava justamente a inclusão dos cegos. Entretanto, esse decreto não está sendo respeitado e/ou caiu no esquecimento. Além, é claro, não oportuniza likes de lacração. Texto/resumo elaborado a partir de conversas com um portador de deficiência visual – total.
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No Brasil tem-se usado de maneira acrítica termos como "anti-woke" e reproduzido notícias de como empresas nos EUA têm reduzido suas iniciativas de diversidade sem olhar para o que essas mesmas empresas têm feito por aqui. Ao meu ver isso provoca um desserviço ao debate público, principalmente no recorte de equidade racial. Primeiro ponto: não existe "woke" ou "anti-woke" na nossa realidade. No Brasil, temos uma demografia que inclui 56% de pretos e pardos, enquanto nos EUA esse número é de apenas 14%. Além disso, nosso arcabouço jurídico é robusto no reconhecimento de ações afirmativas: cotas no ensino superior foram declaradas constitucionais pelo STF, e diversas instâncias já julgaram favoravelmente políticas públicas e privadas que promovem a equidade. O debate político também é diferente — enquanto nos EUA questões raciais são fortemente polarizadas, estudos mostram que o gap entre petistas e antipetistas sobre justiça racial é muito menor (Partisan Stereotyping and Polarization in Brazil, paper publicado pela Cambridge University Press). Segundo ponto: muitas vezes, há uma grande diferença na abordagem de empresas no Brasil e nos EUA em relação a essa agenda e isso se deve aos contextos distintos em que essas organizações operam. Claro, algumas empresas nunca colocaram a busca por equidade como um valor central e aproveitaram o atual momento para um desembarque; mas em muitos casos trata-se de uma adaptação ao ambiente político-regulatório de lá, não um desembarque em si, mas, mais que isso, não implica mudanças globais. Nos EUA, a reversão da Suprema Corte em 2023 sobre ações afirmativas no ensino superior geraram um efeito cascata, influenciando o zeitgeist conservador e trazendo implicações legais, cenário catalisado com a eleição de Donald Trump. No Brasil, apesar de estarmos conectados a tendências globais, seguimos outro caminho. O Brasil não deve importar as particularidades políticas domésticas dos EUA. Temos nossa própria história e trajetória civilizatória. Não se trata de ignorar o que acontece no mundo, mas de reconhecer que nossos desafios e conquistas são específicos. Precisamos manter o foco em nossa realidade, criando caminhos para um país mais justo e equânime, respeitando nossas diferenças e contextos.
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No #DiaDoTrabalhador, gostaria de ressaltar a crucial necessidade de inclusão racial no mercado de trabalho, particularmente no campo da economia. Em 2022, tive a honra de contribuir para uma matéria intitulada "Déficit Racial - Economistas negros contam por que é tão difícil ser um economista negro no Brasil", publicada pela Piauí. Este artigo destaca os desafios enfrentados por profissionais negros em uma área predominantemente dominada por não-negros, sublinhando a importância de políticas efetivas para promover a igualdade racial. Convido todos os profissionais e estudantes da minha rede a lerem a matéria e refletirem sobre as mudanças necessárias para criar um ambiente de trabalho verdadeiramente inclusivo e representativo. #InclusãoRacial #Economia #Equidade https://lnkd.in/dxtupBV9
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“COTISTAS E POBRE” A gente já começa o dia vendo a repercussão de mais um dos milhares de casos de racismo e aporobia que ocorrem em nossa sociedade. Recentemente eu escrevi nesse perfil sobre meritocracia, sobre determinados grupos sociais que são minorizados por serem que são e, essa notícia, só reforça tudo o que eu já penso. Poxa, por que as estatísticas e inúmeros estudos mostram que as pessoas pretas e as pessoas pobres têm menos acesso à educação de qualidade e menos oportunidades no mercado de trabalho? Será que isso ocorre porque elas são menos capazes, porque faltam-lhe esforço ou porque falta acesso a recursos e oportunidades? E ainda têm pessoas (inclusive aquelas que poderiam fazer o uso desse direito) que descreve as cotas como algo ruim, como estruturas de opressão, como uma política criada para inferiorizá-las. Meu filho, acorda! você já é sistematicamente excluído e inferiorizado pela sociedade. COTA NÃO É PRESENTE NÃO, COTA É DIREITO! Cota é uma forma de reconhecer que o sistema atual não é justo e que é necessário nivelar o campo de jogo. Não é sobre você ter capacidade ou não, e sim sobre você ter oportunidade. Sobre não ser discriminado pelo que você é. Sobre você ter acesso. Acesso à educação de qualidade, ao emprego, à saúde, à justiça, “a ocupar espaços que historicamente lhes foram negados.” #LegendaInclusiva: Esse post tem recurso de texto alternativo.
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Como construir uma sociedade realmente justa e igualitária? No meu novo artigo, conecto dois casos polêmicos: a mulher que não cedeu seu lugar no avião e a questão das cotas raciais em concursos públicos. Será que medidas "igualitárias" estão promovendo justiça ou perpetuando desigualdades? Abordo como o mérito, a ética e a educação de qualidade podem ser sustentáculos para uma sociedade mais equilibrada e virtuosa, longe de soluções paliativas e populistas que reforçam divisões históricas. 💡 Convido você a refletir sobre esses pontos no texto completo no blog. Clique no link abaixo: https://lnkd.in/dVFRSt6K Leia, pense e compartilhe sua opinião! #Reflexão #Meritocracia #JustiçaParaTodos #Ética #PensamentoCrítico
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Amigos do LinkedIn, boa noite! vamos de opinião polêmica 😆 Sobre o episódio de discriminação ocorreu durante um evento de jogos jurídicos entre a Pontifícia Universidade Católica (PUC), uma instituição particular, e a Universidade de São Paulo (USP), uma universidade pública. Durante a competição, dois estudantes da PUC proferiram xingamentos e ofensas contra seus colegas da USP, utilizando termos como “cotistas” e “pobres”, além de outros insultos de cunho racista. Esse incidente chamou a atenção para a persistente divisão social e racial no Brasil, refletindo atitudes preconceituosas ainda enraizadas entre jovens estudantes, especialmente aqueles provenientes de contextos financeiramente privilegiados. Esse comportamento discriminatório, embora aparentemente isolado, expõe um problema muito mais amplo: a exclusão social e racial que começa dentro das universidades e se estende para o mercado de trabalho. Como por exemplo os escritórios de advocacia que demitiram os estudantes da PUC, muitos deles ( NÃO TODOS , Lembrando que aqui os cito a exemplo de grandes escritórios) acabam adotando práticas de contratação que, sem a intenção explícita de discriminar, favorecem aqueles que se formaram nas instituições de prestígio, como a PUC, em detrimento de candidatos de universidades públicas ou de regiões com menos acesso a recursos, ou até mesmo as particulares que não possuem tanto prestígio mas também foram bons profissionais. Esse viés, apesar de ser inconsciente, acaba resultando na marginalização de profissionais oriundos de camadas sociais mais baixas, que, na sua maioria, são negros, pardos ou pertencem a grupos historicamente desfavorecidos. As preferências por candidatos de faculdades "X" ou "Y" fazem com que as pessoas que não têm acesso a essas instituições, por conta de suas condições socioeconômicas, fiquem excluídas das oportunidades de emprego nas grandes empresas. Ou seja, mesmo com boas intenções de combater a discriminação, o mercado de trabalho perpetua um ciclo de exclusão social e racial. Portanto, para além da conscientização sobre atitudes preconceituosas, é fundamental que as corporações revisem suas práticas de contratação e adote critérios mais inclusivos, que considerem a diversidade em suas várias dimensões, incluindo a classe social, o que permitiria que mais pessoas de diferentes origens tivessem a chance de ascender profissionalmente, quebrando assim o ciclo de exclusão e desigualdade. #bôrafalarsobre #diversidadereal
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É sobre reparação histórica... As cotas raciais são consideradas uma política de reparação histórica no Brasil. A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que as cotas são a maior política pública de reparação histórica do país. As cotas raciais são políticas afirmativas que visam garantir o acesso de pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas a instituições de ensino superior e a cargos públicos. Elas também buscam reduzir os efeitos do racismo e da desigualdade social. A reparação histórica é um conjunto de ações que visa diminuir as injustiças do passado contra certos grupos sociais, promovendo a igualdade e combatendo a discriminação. A Lei 14.723, de 2023, alterou a Lei de Cotas, determinando que os candidatos só concorrem às vagas reservadas pelo programa se não alcançarem as notas para ingresso às vagas de ampla concorrência. A revisão também reduziu a renda familiar máxima para participar das cotas, que passou de 1,5 salário mínimo por pessoa para 1 salário mínimo por pessoa. #representatividade #equidade #oportunidade #inclusao #esg #saude #userexperience #engenharia #educacao #empresas #uxdesign #mulheres #design #designer #fashion #startup #ecommerce #business #negocios #layoff #recolocacao #vagas #brasil #inteligenciaartificial #technology #future #userexperience #futurism #tecnologia #rh #techrecruiter #creativity #marketing #digitalmarketing #economia #engenharia #carreira #careers #socialmedia #linkedin #branding #humanresources #jobinterviews #hiringandpromotion #entrepreneurship #markets #linkedinbrasil #profissional
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Sempre costumo referenciar que o Brasil precisa se apropriar dele mesmo. Vivemos ainda um espelho da Europa muito grande em nossa cultura. A redação do ENEM hoje é mais um marco histórico que mesmo atrasado acontece. Tá acontecendo. E precisamos celebrar. Os avanços do movimento negro são o que sedimentam a nossa caminhada. Reescrevem a nossa história. Nos aproximam de nós mesmo. A produção de subjetividades continua a todo momento, tirando nossas máscaras e imputando outras que não são nossas. E todos os dias muitos estão buscando retirá-las dessa neurose cultural brasileira. E como isso acontece? Com a EDUCAÇÃO! É ela minha gente! É ela que está possibilitando essa juventude a viver um cenário muito melhor que o nosso na idade deles. Como educadora eu me sinto imensamente feliz por isto. Eu não acredito em outra ferramenta. Ela precisa da política, ela precisa da economia, ela precisa do social para estar em todos os espaços. Eu acredito na educação decolonial, antirracista, não sexista e na cosmovisão africana e/ou na cosmopercepção de Oyèrónkẹ e tantos outros intelectuais que nos mostram outros mundos de um só. Vivemos avanços e precisamos celebrar. E continuar batalhando para que outras gerações vivam terrenos melhores que os nossos. Como diz nossa intelectual @kattiiusciaribeiro : O futuro é ancestral. Que a gente continue juntos e juntas e juntes a construí-lo. 📚✊🏾✍🏾💡 Inscreva-se agora no nosso curso de Letramento Racial: https://lnkd.in/dMzgdkiM
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